CULTURARTEEN 228 - dezembro de 2020
terça-feira, 22 de dezembro de 2020
CULTURARTEEN 228 - dezembro de 2020
MAAY RIBEIRO PARTICIPA DA EXPOSIÇÃO DE PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA: CÂNCER DE MAMA EM JOVENS É PREOCUPANTE!
A jovem modelo Maay foi escolhida pelo produtor Pery Salgado, para ser uma das estrelas da campanha de conscientização da prevenção do câncer de mama, que tem que ser diária, onde a mulher (independente de idade), deve fazer o auto exame se possível diariamente no banho e ir pelo menos duas vezes ao ginecologistas ao ano, como faz nossa modelo Maay Ribeiro.
Maay (maquiada por Roberta Marques), arrasou no ensaio, além de ter ficado muito feliz e lisongeada por ter sido escolhida ser uma das estrelas da campanha de prevenção do câncer de mama deste ano.
Fotos: Pricilla Darmont (confira as fotos no decorrer desta matéria)
Câncer de mama em jovens aumenta e precisa de atenção para diagnóstico precoce
segunda-feira, 21 de dezembro de 2020
EXEMPLO DE VIDA: A HISTÓRIA DA PALHACINHA LUGUITA
O nome dela é Renata Lugão (30). Nascida e criada em São Gonçalo (região metropolitana do Rio de Janeiro), ela é solteira, não tem filhos, tem o 2° grau completo e sua profissão é "Circense", embora também tenha o seu DRT de atriz desde 19/5/2016. Criou a personagem, a palhacinha LUGUITA e foi com Renata Lugão e com Luguita, que o CulturarTEEN bateu uma papo muito legal e sério, com essa palhacinha linda, um verdadeiro bibelô:
sábado, 19 de dezembro de 2020
Peças natalinas serão remanejadas para evitar aglomeração no Natal Iluminado (veja o vídeo)
A preocupação com a segurança da população no âmbito da pandemia do novo coronavírus levou a Prefeitura a modificar alguns aspectos do Natal Iluminado e Consciente de Maricá. Para evitar aglomerações onde se concentram as alegorias iluminadas, o prefeito Fabiano Horta decidiu, em reunião com as secretarias envolvidas na ação, na sexta-feira (18/12), redistribuir os enfeites natalinos.
A ação visa, também, que o Natal iluminado tenha abrangência maior ainda na cidade. Com isso, espera-se que as pessoas evitem se deslocar para os locais da programação, especialmente no Centro, que costumam atrair mais gente.
Sendo assim, a Árvore de Natal montada na orla de Araçatiba vai ser reposicionada no canteiro central da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), na entrada do Parque Nanci. Outra mudança que ocorrerá será na adequação dos enfeites na Praça Tiradentes, em Araçatiba. Para isso, serão recondicionados alguns trailers de lanches para liberar espaços, a fim de evitar aglomerações. Também será retirado o Papai Noel para ampliar a decoração que se estenderá ao longo dos quase 2 km de orla de Araçatiba.
“Na cidade de Maricá o monitoramento aumentou, os cuidados estão sendo redobrados e o projeto do Natal Iluminado e Consciente de Maricá, desde sua concepção, foi pensado na lógica de separar a decoração em espaços públicos amplos na medida em que as pessoas pudessem contemplar a decoração”, disse o secretário de Turismo, José Alexandre Almeida, acrescentando que não há mudança ou diminuição no projeto. “Há uma adequação necessária para a proteção das famílias e pessoas que porventura se interessarem estar presencialmente nos espaços decorados”, afirmou.
Os enfeites do pórtico de entrada também foram retirados e reposicionados na orla do Parque Nanci. Além do remanejamento das peças, Almeida solicitou que as pessoas contemplem a decoração em espaços mais amplos.
“Reforçamos para que as pessoas visitem os espaços mais amplos como Guaratiba e Parque Nanci. São áreas que comportam um público familiar e é importante que não se aglomere durante a visitação. Pedimos também que a população contemple, tire fotos e, principalmente, use máscaras”, enfatizou.
Para dar mais segurança à visitação foram contratados 80 profissionais que atuam orientando os visitantes quanto ao distanciamento social, distribuem álcool em gel para a higienização das mãos, realiza a aferição da temperatura corporal e distribui máscaras de proteção para aqueles que não a estiverem usando. O Natal Iluminado e Consciente de Maricá teve início na sexta-feira (11/12) e segue até o dia 31/01.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2020
MESA CHEIA: Educação de Maricá inicia distribuição de cestas do mês de dezembro para alunos da rede municipal
A Secretaria de Educação de Maricá iniciou na quinta-feira (17/12) a entrega das cestas básicas e kits de higiene, referentes ao mês de dezembro, aos alunos da rede pública de ensino do município. Além dos itens já incluídos nas cestas ao longo do ano, por conta da pandemia de Covid-19, a entrega do mês de novembro e a entrega deste mês trazem um complemento de vegetais e frutas (banana, alho e cebola) e proteína animal - frango nesta entrega, carne bovina na próxima. Os responsáveis pelos estudantes devem procurar a escola em que o filho está matriculado para receber a cesta, como de costume.
Estes complementos são de itens que fazem parte da merenda regularmente servida nas escolas do município, e são adquiridos com verba repassada pelo governo federal ao município – por esta razão, os vegetais e carnes são destinados apenas aos estudantes da rede municipal e não estão sendo entregues aos alunos de colégios estaduais situados em Maricá e do Instituto Federal Fluminense (IFF) – que, no entanto, seguem recebendo as cestas regulares, em ação conjunta das secretarias de Educação e Assistência Social.
“É importante esclarecer que os itens complementares da alimentação só podem ser entregues aos alunos da rede municipal, já que o governo do estado vem distribuindo outros kits de assistência. Estes vegetais e carnes foram adquiridos com recursos repassados pelo governo federal a cada ente administrativo, para uso exclusivo deste ente, que no nosso caso é o município”, explicou a secretária de Educação, Adriana Costa, acrescentando que, por essa razão, os complementos só alcançam os cerca de 24 mil estudantes da rede municipal, enquanto as cestas regulares chegam a 31 mil por mês.
O presidente do Conselho de Alimentação Escolar (CAE) em Maricá, Alexandro Jorge, explicou que o órgão participa da distribuição dos alimentos que complementam as cestas básicas, após deliberar que os itens que estavam nos estoques das escolas fossem distribuídos aos estudantes e suas famílias.
“O CAE tem responsabilidade pelos alimentos que são comprados com a verba do Programa Nacional de Alimentação Escolar, que não pode ficar retida, ao mesmo tempo em que o que já foi adquirido não pode se estragar. Por isso decidimos, em conjunto com a Secretaria de Educação, pela distribuição junto com as cestas básicas”, disse ele.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2020
Jornalista Eloisa Leandro morre aos 41 anos após procedimento estético
Mais uma vida perdida por erros em procedimentos estéticos. Morreu na madrugada do dia 10 de dezembro a jornalista Eloisa Leandro, 41 anos, após realizar um procedimento estético em uma clínica da Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro. Segundo familiares, ela teria sofrido uma parada cardíaca após se submeter a uma lipoaspiração. Eloisa foi enterrada no Cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. A Polícia Civil investiga o caso.
Após passar pelo procedimento, a jornalista começou a passar mal durante a transferência da sala de cirurgia para o quarto. Amigos de Eloisa disseram que ela tomava remédios controlados para o coração.
Pelas redes sociais amigos e familiares de Eloisa Leandro prestaram homenagem à jornalista. Alguns deles citaram o filho que ela perdeu em 2011.
"Elô, você vai morar para sempre no meu coração! Você que me ensinou tanto. Obrigada por tudo! Prepara tudo que quando a gente se encontrar, quero aquela swingueira da Bahia! Por aqui, vou tentar botar em prática tudo o que a gente desejou", escreveu uma amiga.
"Sei que está agora em um lugar melhor que esse, ao lado do seu amado filho. Que sua luz seja ainda mais brilhante e intensa. Estará sempre em nossos corações, a trip friends não será mais a mesma sem você aqui com seu amor, humor e generosidade", desabafou outra amiga da jornalista.
Morte do filho
A vida de Eloisa Leandro foi marcada pela luta para encontrar os assassinos do filho único, Victor Hugo da Silva Braga, morto aos 15 anos. O crime aconteceu em julho de 2011, no bairro Raul Veiga, em São Gonçalo, próximo à casa do adolescente. O menino voltava de uma lanchonete na companhia de amigos quando foram abordados por criminosos.
ABI lamentou a morte
A Associação Brasileira de Imprensa emitiu uma nota de pesar pela morte da jornalista. De acordo com a ABI, Eloisa já passou por redações de veículos como A Tribuna e O São Gonçalo e atualmente trabalhava na área da assessoria de imprensa. A jornalista também atuou como assessora no Comitê Rio 2016.
O presidente da ABI, Paulo Jeronimo, que trabalhou com a profissional em Niterói, falou sobre a dor da perda da colega de profissão e amiga, que era candidata de conselheira suplente na próxima eleição para 1/3 do Conselho Deliberativo.
"Trabalhou comigo durante uns 20 anos. Foi uma brilhante repórter da Tribuna de Niterói, do São Gonçalo e de sucursal do JB em Niterói. Depois partiu para carreira solo. Foi assessora imprensa de várias empresas. Há uns 4 anos entrou para a ABI e era candidata de conselheira suplente na próxima eleição. Passou por uma tragédia há alguns anos: seu único filho de 15 anos foi assassinado por engano por um marginal em Niterói. Apesar disso, sempre ostentou um belo sorriso e uma alegria contagiante devido à sua crença espiritual. Era uma grande amiga. Fiquei chocado com a notícia de sua morte. E o que é pior: com essa pandemia a gente não pode nem se despedir dela. Descanse em paz, Eloi.
Família de jornalista morta prepara dossiê para processar clínica
Marcelo Leandro da Silva, irmão da jornalista Eloisa Leandro, 40 anos, morta no último dia 9 por tromboembolia pulmonar após se submeter a uma abdominoplastia na clínica Rio Day, na Tijuca, prepara um dossiê para entrar na justiça contra a médica Leizi Regina Barreto da Silva, que teria realizado o procedimento. A ocorrência foi registrada alguns dias após a morte da jornalista na 19ª DP (Tijuca), cujos agentes informam que ouvirão os envolvidos e solicitarão documentações como alvará de funcionamento e licenças da vigilância sanitária. Eloisa foi enterrada no dia 11, no cemitério Parque da Paz.
Formada pela faculdade Estácio em 2005, Eloisa atuou em redações de jornais diários como Jornal do Brasil, O Fluminense, A Tribuna e O São Gonçalo, em assessorias de comunicação da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), do Consulado da Venezuela e do Consórcio Teroni, do Terminal Rodoviário João Goulart, além do Comitê Rio 2016. Após a morte da mãe, há dois anos, ela se dedicava a cuidar do pai, doente do Mal de Alzheimer, com quem atualmente morava no Anil, em Jacarepaguá.



















































