ATENÇÃO: AS MATÉRIAS POSTADAS NO CULTURARTEEN ATÉ 21 DE SETEMBRO DE 2019, PODEM SER ACESSADAS ATRAVÉS DO ENDEREÇO:
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sábado, 5 de abril de 2014

CIDA SANTOS, BANDA TÁTUDOEMCASA

CIDA SANTOS, BANDA TÁTUDOEMCASA

Ela brilha sempre.
Canta muito, é exemplo de mulher.
Já esteve algumas vezes aqui no CULTURARTEEN, sozinha, com o maridão Sirlei Cowboy ou com a banda Tátudoemcasa.
Ela e Sirlei já foram capa do CulturarTEEN e Cida, destaque na sessão BELEZA MADURA em fevereiro passado (2014).
Ela está aqui de volta, prometendo muitas novidades da banda para um sem número de fãs.
Como ela é a vocalista e líder da banda, nada melhor do que começar com ela, relembrando a matéria que fizemos em fevereiro, para mostrarmos as duas dançarinas que hoje brilham na banda (JHESSYKA LIMA e ANDRESSA DANCE) e é claro, mostrar em breve as grandes novidades que virão.
A matéria com JHESSYKA LIMA você poderá conferir acessando
http://www.culturarteen.com/2014/04/jhessyka-lima-banda-tatudoemcasa.html
e a matéria com ANDRESSA DANCE você poderá conferir acessando
http://www.culturarteen.com/2014/04/andressa-silva-banda-tatudoemcasa.html

E agora com vocês, CIDA SANTOS!



Bela, simpatica, talentosa ... quantos adjetivos podemos dar à essa mulher? Grande mãe, vovó coruja (sim, vovó!!!), excelente esposa (Sirlei garante!), maravilhosa chefe de família e exigente e super profissional líder da Banda Tátudoemcasa (antigo Art Dance) que tanto sucesso vem fazendo Brasil à fora.
Além de todos esses predicados, é também estilista de moda, dona dos corseletes que tanto sucesso fazem com as mulheres de Maricá e de todo o Brasil. Formada há muitos anos ela inovou em 2012 quando fez um vestido de noiva vermelho para um casamento na matriz de Nossa Senhora do Amparo.
Esses traços diferentes dessa mineira são devidos aos seus pais; sua mãe descendente de índios, seu pai filho de alemã.
Deu nisso, nessa mulher que respira garra e determinação (herança dos seus pais), que rala 30 horas por dia (24 é pouco para ela) e que ainda organiza os shows, ensaia com o marido e o filho e com suas meninas da coreografia, tendo a nora como braço direito. Mãe de 3 filhos e avó (sim, foi avó aos 36 anos) de 3 netos, CIDA SANTOS (43) é realmente um exemplo de Beleza Madura.
Perguntamos qual a receita para se manter em forma e ter essa saudável e Cida foi clara e objetiva: “Alimentação balanceada (frituras e refrigerante nem pensar) e é claro, viver sem vergonha de ser feliz”.
Para manter o corpão, além de muita dança e movimentação nos shows, Cida apenas caminha.
Base familiar sólida, cabeça boa, corpo perfeito, nada de vícios e cuidado total com a saúde. Essa é CIDA SANTOS que fechou nosso papo dizendo: “Gente, não compliquem a vida. Vivam!”
Até o carnaval você pode encontrar Cida e a Banda Tátudoemcasa todos os domingos a partir das 14 horas no Restaurante Barracuda na rua 11 na praia da Barra de Maricá.

Cida Santos veste biquinis Myra Modas, patrocinadora oficial da Banda Tátudoemcasa







quinta-feira, 3 de abril de 2014

CULTURARTEEN 132 abril 2014

CULTURARTEEN 132 edição de abril de 2014

Confira na edição de abril do seu CULTURARTEEN:
- Drielli Braga é a primeira GATA VERÃO PLUS SIZE do estado do Rio de Janeiro
- Larissa Maia é a GATA VERÃO 2014
- Decotes valorizam os seios
- Uma deliciosa receita de Pizza de Beringela, sem massa!
- O adeus da Kombi
- Últimos dias de inscrição para o Miss Maricá Latina
- Salto Alto: amigo ou vilão?
- Juiz suspende licenciamento em APA de Maricá
- Atletas de Maricá fazem bonito em competições
- Mulheres transportando vidas: as motoristas da Viação Nossa Senhora do Amparo
- As drogas lícitas
- Como é uma escola acolhedora
- Embelleze chega à Maricá
- Quem disse que na Páscoa só tem chocolate? Na Riquinho tem muita diversão!
Tudo isso e muito mais na edição de abril do seu CULTURARTEEN, já circulando nas edições impressa e on line
Confira também em baixo da capa desta edição e abaixo da capa do caderno Informação Completa, a versão em PDF, de mais fácil leitura aqui pela Web!























PAIS DEMORAM A PERCEBER QUE FILHOS ESTÃO OBESOS

Pais demoram a perceber que filhos estão acima do peso, diz especialista

Os pais demoram a perceber que seus filhos estão obesos ou com sobrepeso. A endocrinologista infantil Karina Frade diz que a maioria se preocupa mais com que o filho deixa de comer do que com seu eventual excesso de peso.
“A maioria chega dizendo: ‘esse menino não come nada, deve estar com anemia. Aí a gente faz o cálculo de massa corporal e descobre que a criança já está com sobrepeso” diz ela.
O cálculo de massa corporal infantil não é o mesmo dos adultos. (Achei que não valia a pena colocar aqui a fórmula para os pais não saírem ensandecidos por aí fazendo contas. Na dúvida, fale com seu pediatra).
Karina diz que quanto antes os pais diagnosticarem e tratarem a obesidade ou sobrepeso da criança, melhor será.
O diagnóstico inclui exames clínicos e laboratoriais que vão investigar se a criança tem alterações hormonais, por exemplo, que interferem no ganho de peso.
Se os exames não indicarem nenhum desvio, Karina diz que é grande a chance do ganho de peso ter causas familiares. “Está comprovado que se um dos pais é obeso, a criança tem 50% de chance de ser obesa. Se os dois forem obesos, esse risco sobe para 80%.”
Outra causa, segundo ela, é a dieta alimentar da criança. “Às vezes a mãe diz que o filho não come nada. Mas o pouco que come é altamente calórico e provoca o ganho de peso.”
Segundo Karina, o tratamento inclui mudança de hábitos físicos e alimentares. “Quanto antes começar, melhor será. Criança aprende muito rápido. Deve ser estimulada a ter uma alimentação balanceada e a fazer exercícios.”
Pesquisa divulgada neste ano pelo “New England Journal of Medicine” com 7.000 crianças dos EUA revelou que um terço das crianças que estavam acima do peso no jardim da infância continuavam obesas quando chegavam à oitava série. Uma das conclusão dos autores do estudo era que as políticas públicas de combate à obesidade precisam começar mais cedo.
Dificuldade
Levantamento de 2012 da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostrou que 40% das crianças e adolescentes abandonaram o tratamento contra a obesidade antes da sua conclusão no ambulatório de nutrição do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
Das 51 crianças e adolescentes que passaram por tratamento no ambulatório, 20 interromperam o tratamento.
Nas crianças e jovens que terminaram o tratamento, 40% obtiveram redução nos fatores de risco. Outras 40% mantiveram os fatores e 20% chegaram a ter aumento dos fatores de risco.

FABIANA FUTEMA - Folha de São Paulo

CABELEGRIA FAZ A ALEGRIA DE CRIANÇAS COM CÂNCER

Projeto doa peruca para crianças com câncer


Já pensou em cortar as suas longas madeixas e doar? E o melhor: beneficiar uma criança com câncer. Foi por meio de uma doação que Ana Carolina, 5, ganhou uma peruca em fevereiro passado. A menina teve câncer de ovário que foi descoberto em maio do ano passado e, após a cirurgia para a retirada do ovário esquerdo, precisou fazer sessões de quimioterapia.  Segundo a mãe de Ana Carolina, a estudante Tatiana de Melo Berra, 35, o cabelo todo da filha caiu em um período de apenas 15 dias.
Mesmo sendo muito vaidosa, a menina não se abalou ao ficar careca e aprendeu a não se importar com os comentários dos outros.“Ensinei a ela que o cabelo podemos ter de várias formas, longo ou curto. É  como trocar a roupa”, diz Tatiana. Ana Carolina, nos dias mais quentes, dispensava a peruca e o lenço e saía para passear sem qualquer encanação.
A oportunidade de ganhar uma peruca para alegar a menina só foi possível por meio do Cabelegria, um movimento que começou em novembro passado na internet e que cada dia tem ganhado mais força. O trabalho de arrecadar doações de cabelos e confeccionar as perucas  é totalmente voluntário.
Tatiana conheceu o Cabelegria por meio de uma prima e de uma amiga que doaram o cabelo. “Entrei em contato com eles e não contei para a minha filha da peruca. Ela ficou maravilhada com o presente”, comenta a mãe que filmou a reação da filha. Hoje, o cabelo da menina já começou a crescer após encerrar as sessões de quimioterapia no final de outubro.

Confira a alegria da menina ao receber a peruca acessando o link 

A ideia do Cabelegria surgiu quando uma amiga da designer Mariana Robrahn, 24, cortou o próprio cabelo para doar para uma paciente de um hospital de São Paulo. Mariana e a amiga Mylene Duarte, 23, decidiram criar uma página no Facebook que hoje tem mais de 120 mil curtidas. De acordo com Mariana, já foram feitas mais de mil doações e quase dez perucas já foram doadas. “Nós juntamos os cabelos até termos quantidade suficiente para uma peruca”, comenta Mariana.
Segundo ela, é necessário cerca de 180 gramas de cabelo para uma única peruca. Após conseguir a quantidade necessária, o material é encaminhado para um salão de beleza na Lapa (zona oeste de SP) que confecciona as perucas.
Não importa se o cabelo tem química ou se é liso ou crespo. Para ser um doador, basta que o cabelo tenha no mínimo um palmo de comprimento (10 centímetros). As doações são retiradas pelos idealizadores da Cabelegria em São Paulo ou podem ser enviadas pelos Correios para eles (veja como abaixo).
Eduarda de Cássia, 9, também foi uma das presenteadas com uma peruca em janeiro.  “Por incrível que pareça, a peruca que ela ganhou veio com o cabelo muito parecido com o meu”, comenta a mãe da menina, Maria Estela Vieira de Matos Dias, 37.  Eduarda teve um tumor no rim e ainda passa por  sessões de quimioterapia e de radioterapia. Por conta do calor, a menina utiliza as novas madeixas apenas quando brinca de dançar ou de se maquiar.
Já a estudante Jéssica Orlandin, 21( foto acima), decidiu cortar as longas madeixas para doar para o Cabelegria. Ela conta que já tinha feito outras duas doações, em 2006 e 2008, para uma ONG que já não existe mais.
Jéssica descobriu em dezembro do ano passado um linfoma e atualmente passa por sessões de quimioterapia de 15 em 15 dias. “Uma das primeiras coisas que passa pela cabeça de todo mundo quando se fala em quimioterapia é a perda de cabelos e comigo não foi diferente. Fui alertada que havia grande risco de eu ficar careca, e logo depois da primeira quimio, meu cabelo começou a cair mais do que o normal”, comenta.
Jéssica, que estuda veterinária em uma faculdade no Rio Grande do Sul, faz agora apenas aulas à distância para seguir com o tratamento em São Paulo. “Passei por todo o estresse dos exames, das biópsias de medula óssea, da colocação do cateter, da quimio e dos efeitos delas, só podia agradecer por já ser madura o suficiente para entender o que estava acontecendo. Agora, imagina uma criança passar pelo mesmo que estou passando”, comenta.
Ela conta que como sabia que perderia os cabelos, decidiu que queria fazer uma criança feliz. Jéssica (foto acima) diz que conheceu o Cabelegria pela internet. “Sei que meu cabelo agora vai ter um destino feliz, e desejo que dê muita sorte e força para a criança que receber a peruquinha”, comenta Jéssica que vai assumir a carequinha assim que não tiver mais cabelo.

COMO DOAR:
- Ter comprimento de no mínimo um palmo (10cm)
- Aceitamos qualquer tipo de cabelo mesmo que tenha química.
- Amarre o cabelo antes de cortar, para facilitar o manuseio.
- Coloque, o cabelo seco, em um saco plástico.
- Enviar o cabelo já seco para o endereço abaixo

Avenida Parada Pinto, 3420, bloco 06 – apto 33
Vila Nova Cachoeirinha CEP 02611-001
São Paulo – SP

VIOLÊNCIA NOS PARTOS

Renascimento do Parto 2 vai retratar violência obstétrica

Depois de ser visto por mais de 30 mil pessoas e ser o documentário nacional com a segunda maior bilheteria nos cinemas de 2013, o filme o Renascimento do Parto ganhará continuidade. O segundo filme, que começará a ser rodado ainda neste semestre, vai tratar, principalmente, sobre a questão da violência obstétrica e os locais onde o atendimento às gestantes que deram certo no Brasil e fora daqui, como na Inglaterra e na Holanda.
De acordo com o diretor do filme, Eduardo Chauvet, as filmagens começam a ser feitas ainda neste semestre e a expectativa é lançar o filme em março de 2015. Chauvet comenta que o primeiro filme foi feito com recursos próprios e que foi preciso um crowdfounding (financiamento coletivo), para que ele chegasse às telonas. “Agora estamos entrando em vários editais e as portas estão abertas devido ao sucesso de público e crítica do Renascimento do Parto”, comenta.
Ele conta que o segundo filme vem com a proposta de aprofundar assuntos polêmicos, como a violência obstétrica. Conforme mostrou o Maternar, a violência obstétrica engloba uma série de práticas violentas e desrespeitosas de assistência à gestante e ao recém-nascido. O tema tem ganhado cada vez mais força devido ao crescente movimento de humanização do parto.
“Esse será um eixo mais amargo do próximo filme, mas muito necessário e urgente. Vamos denunciar toda a crueldade, frieza e desrespeito institucionalizados. De maneira clara e com flagrantes para que não sobre mais dúvida sobre a questão”, comenta. O filme também pretende mostrar assuntos que não foram tratados no primeiro documentário, como o SUS (Sistema Único da Saúde) que dá certo no atendimento à gestante.
Como todo o assunto é muito amplo, a ideia é fazer uma trilogia que deverá ser lançada em 2016. “Vamos falar no terceiro sobre parto normal após cesáreas, sobre as parteiras tradicionais pelo interior do Brasil, parteiras urbanas, parto domiciliar planejado, a vida das doulas e vamos aprofundar mais sobre a medicina baseada em evidências”, comenta.

 
Para dar o pontapé inicial no segundo filme, o diretor diz que fará duas apresentações do Renascimento do Parto no dia 7 de abril, às 21h30. As sessões vão acontecer em São Paulo, no espaço Itaú de Cinema da rua Augusta, e em Brasília no cinema do shopping CasaPark. A ideia é que após o filme, seja feito um bate-papo com os presentes para ajudar a trilhar as diretrizes do próximo filme.
“A ideia é sair de lá com uma visão geral do público sobre o primeiro filme e o que esperam e gostariam de ver no segundo. Queremos que as pessoas já se sintam parte da confecção do próximo filme”, diz Chauvet, que estará na apresentação em Brasília.
Em São Paulo, a conversa será mediada por Ana Lúcia Keunecke, da Artemis (ONG que trabalha para erradicar a violência contra a mulher) que é quem fará a pesquisa de conteúdo do segundo filme. “Além de ouvirmos as pessoas com suas sugestões , vamos selecionar uma pessoa que poderá participar da reunião com os produtores e o diretor em meio às discussões do próximo roteiro”, comenta.
FÓRUM VAI DISCUTIR VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA
Na próxima quarta-feira (9), a partir das 9h, será realizado um fórum na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) onde será discutida a violência obstétrica e outras formas de formas de agressão a que as mulheres estão sujeitas.
O “I Fórum sobre Violência contra a Mulher: Múltiplos Olhares” acontecerá no centro de convenções da Unicamp e reunirá médicos, advogados e  pesquisadores  na área da violência contra a mulher.Também participarão do evento representantes do  governo federal e  do Poder Judiciário.
No fórum, serão exibidas gravações de depoimentos de vítimas de violência obstétrica e também de violência sexual e doméstica. A ideia é  ilustrar os debates com casos reais e aprofundar as discussões.

DRIELLI BRAGA, PRIMEIRA GATA VERÃO PLUS SIZE, RECEBE PRÊMIOS


No dia 29 de março a vencedora do primeiro concurso GATA VERÃO VERÃO PLUS SIZE RIO DE JANEIRO, DRIELLI BRAGA (representante de Mangaratiba) veio à Maricá (local do concurso) para receber seus prêmios.
Ela que já tinha recebido no dia do concurso um belíssimo maiô da PERTH, esteve na loja AFRODITE e depois de algumas fotos da nova coleção outono inverno da loja que será lançada no sábado dia 05 de abril, e de fotos para a capa da edição de abril do CULTURARTEEN junto com Larissa Maia, recebeu seus prêmios pela conquista do título de GATA VERÃO PLUSSIZE 2014 RIO DE JANEIRO, a primeira Gata Verão Plus Size do estado.
A Afrodite fica localizada no Centro Comercial Varandãodo Zé Carlos, no centro de Maricá.
Ainda este mês, Drielli voltará a Maricá para um belíssimo ensaio em externas para a confecção do catálogo virtual da AFRODITE na coleção outono inverno.
Confira todas as fotos da premiação e do teste de capa acessando 


Drielli com Roberta Salabert proprietária da loja AFRODITE
que estará lançando no sábado dia 05 a coleção OUTONO INVERNO








Lenny, gerente da loja Malu Mix, Larissa Maia Gata Verão 2014,
Drielli Braga Gata Verão Plus Size 2014 e Roberta Salabert proprietária da AFRODITE


quarta-feira, 2 de abril de 2014

LARISSA MAIA, GATA VERÃO 2014 RECEBE PRÊMIOS


Na quinta feira 27 de março, LARISSA MAIA (15) vencedora do concurso GATA VERÃO 2014 recebeu seus prêmios pela sua conquista.
Esteve na loja PERTH localizada no Shopping Costa do Sol na Avenida Vereador Francisco Sabino da Costa em frente ao Hiper Princesa onde escolheu vários prêmios.


Lú, gerente da PERTH como sempre foi de uma total simpatia e adorou Larissa.
Logo após, Larissa esteve na loja MALU MIX localizada no Shopping Avenida na Av. Nossa Senhora do Amparo loja 12 ao lado do Plaza 100, onde foi recebida por Lenny (gerente da loja) e Tatiana (proprietária da loja) e depois de um breve ensaio fotográfico com as novidades da MALU MIX para a coleção outono inverno, recebeu também os prêmios pela sua conquista.


Larissa além de ser a nossa GATA VERÃO 2014, é também a atual GAROTA MARICÁ 2013.
Confira todas as fotos da premiação acessando 







terça-feira, 1 de abril de 2014

RELAÇÕES LÉSBICAS

Mulheres da vida real contam como deixaram um homem para viver relações lésbicas

Não é só na novela que a mulher desiste do marido para viver uma relação lésbica. Conversamos com mulheres que se assumiram gays depois de relacionamentos heterossexuais


As lésbicas estão em evidência na televisão brasileira. Na Rede Globo, elas praticamente dominam o horário nobre. Na novela "Em Família", as coisas só esquentam entre Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller). Logo na sequência da programação, a relação entre Clara Aguilar e Vanessa Mesquita está dando o que falar na 14ª edição do “Big Brother Brasil”.
Além da coincidência do nome, um outro aspecto aproxima as histórias da Clara da ficção e da Clara do reality: as duas viviam relacionamentos heterossexuais antes de se envolver com mulheres. A Clara da novela é casada com Cadu (Reynaldo Gianecchini), mas nada impede que fique cada vez mais interessada na fotógrafa Marina (Tainá Müller), que se declarou para a dona de casa no capítulo que foi ao ar na última quarta-feira (26). Clara Aguilar entrou no programa casada com o empresário Fabian Aguilar, e viveu um romance público e notório com a modelo Vanessa, sua colega de confinamento.
Mulheres que se assumem lésbicas depois longos relacionamentos com homens não são raridade na vida real. A escritora Karla Lima, de 43 anos, teve sua primeira relação lésbica aos 31 anos, e com ela a confirmação que atropelou um casamento heterossexual de quatro anos.
“Descobri que era gay aos 12 anos de idade, mas nunca tinha me relacionado com uma mulher. Namorei anos e me casei aos 27 porque ele quis”, conta a escritora, que sempre deixou clara sua tendência homossexual. “Sempre falei para todos que era no mínimo bissexual, mas como nunca tinha experimentado, não tinha como provar. Quando meu ex-marido me pediu em casamento, deixei claro que se um dia uma mulher se aproximasse e eu curtisse, o casamento estava acabado”.
E foi o que aconteceu, em 2002, quando Karla se envolveu com uma colega de trabalho. “Me separei na semana seguinte. Perguntei: ‘Lembra daquela conversa que tivemos antes de casar? Então...’. No momento em que saí com uma mulher, soube que não queria continuar casada. Não foi por causa do sexo incrível, e nem por ser uma paixão arrebatadora. 
Foi simplesmente a confirmação da intuição que eu tinha de que era lésbica.
Karla considera que a demora em assumir a homossexualidade não foi questão de aceitação, e sim de falta de oportunidade. “Eu não bebo, não saio para dançar, não conhecia gays, nunca uma mulher chegou em mim, nem sabia quais eram os códigos de conduta. Além do mais, a relação com um homem não era horrível. Não era incrível, mas não era horrível”, relembra a escritora.
ELA COZINHA, EU MATO BARATA

Um mês depois do fim do casamento, Karla começou um relacionamento, que dura até hoje, com a consultora Pya Pêra. O ex-marido é amigo do casal. “Na época teve um puta conflito, porque ele é um cara bacana. Eu pensava: ‘Sabia que era gay desde os 12 anos, precisava ter certeza bem agora, que estou com um cara de que gosto tanto?'"
Segundo Karla, a principal diferença entre estar com um homem e com uma mulher é a cumplicidade: “Numa relação entre homem e mulher, é muito fácil você se acomodar nos papéis de gênero estabelecidos. Entre duas mulheres não têm isso, a gente define juntas. Ela cozinha, eu mato barata, mas ela também troca pneu, esse tipo de coisa, sabe?”.
Karla e Pya escreveram juntas os livros "Armário Sem Portas" 1 e 2, que abordam a convivência diária das duas.
PORQUE NÃO ME CONTOU ANTES?
A servidora pública Elaine Gonzaga de Oliveira, 38, conta que teve sua primeira relação com outra mulher aos 32 anos. “Sempre tive desejo por mulheres, mas, por ser muito católica, sempre foi algo surreal para mim. Achava que era algo absurdo e nunca pensei que pudesse ser lésbica”. 
Em 2006, começou a frequentar com um amigo gay um grupo chamado Colcha de Retalhos, que discutia a sexualidade. Nas reuniões do grupo percebeu que seus desejos não eram anormais. “Comecei a aventar a possibilidade de ficar com uma mulher pra experimentar. Foi a melhor experiência da minha vida. As relações com homens eram algo impessoal e frustrante. “Nunca fui de namorar, tive um único namorado sério, que durou 8 meses. Não eram relações saudáveis emocionalmente. Sem carinho, sem nada, só sexo. Isso me dava vazio”, explica. De uma relação casual nasceu seu único filho, hoje com 17 anos. Percebi que eu sempre havia sido lésbica e realmente não sabia disso" conta.
“Sabe todas aquelas coisas que a gente lê nas revistas adolescentes sobre o primeiro beijo? Então, foi isso, uma sensação de aconchego, carinho, desejo, me senti, literalmente, adolescente”. A militância pelo grupo facilitou para ela se assumir. Ao contar para a mãe, ouviu que ela já sabia desde que a filha era pequena. “Reclamei: ‘Porque você não me contou antes?”, lembra ela , se divertindo.
SERÁ QUE SOU FRÍGIDA?

A jornalista Daniela Galli, de 33 anos, é mãe de uma menina e está solteira. Ela conta que nunca se sentiu 100% confortável com homens. “Sempre fui muito cheia de pudores na cama, sem nenhuma ousadia. Não permitia muita coisa. Quando conversava com minhas amigas, percebia a diferença e pensava: ‘Caramba, eu sou frígida!’”
Daniela se casou, mas algo destoava no seu sonho de casamento. “Sempre pensava na festa, na banda, na comida, na decoração, mas no meu sonho não tinha um marido”, conta. Mesmo assim, quando foi pedida em casamento, aos 28 anos, aceitou. “Ele era honesto, de boa família, eu tinha muito carinho por ele. Achei que fosse a pessoa certa pra formar uma família.”
Aos 32 anos, chegou à conclusão de que não fizera a escolha correta. “Vi que eu não tinha nascido para aquilo, ser responsável por uma casa, ser cobrada por isso. Depois que minha filha nasceu, a coisa piorou, porque meu trabalho aumentou e a atração sexual se tornou inexistente.”
Veio o divórcio e ela passou a buscar respostas: ”Fui atrás de uma menina que estudou comigo e eu sabia que era gay. Na época da faculdade já me sentia atraída por ela. A gente se encontrou, se beijou, e vi que tinha encontrado o meu espaço.”
Depois que se assumiu, ela conta o que mudou. “Passei a me sentir mais feminina, mais mulher mesmo. Já quitei minhas obrigações sociais, casei, tive filha, agora dá licença que posso ser feliz”, brinca.